– Prêmio Grampo 2026 de Grandes HQs – O resultado final: as 20 HQs mais votadas

O álbum Algumas de suas Verdades Ainda Moram em Mim é o vencedor do Prêmio Grampo 2026 de Grandes HQs. A obra de Alexandre S. Lourenço publicada pela editora Conrad consta em oito das 20 listas dos jurados convidados do Grampo, tendo acumulado 61 pontos na contagem dos votos. A segunda colocação ficou com Boca de Siri (Pitaya/Harper Collins Brasil), de Paulo Moreira (57 pontos e nove listas). A terceira posição é de Dormindo entre Cadáveres (Comix Zone), obra de Luís Moreira Gonçalves e Felipe Parucci (43 pontos e sete listas). Em 11 edições e 10 anos de Prêmio Grampo, é a quarta vez que as três primeiras colocações ficam com títulos nacionais (também aconteceu nas edições de 2016, 2022 e 2025).



Com alguns empates, o top 10 do Grampo 2025 fecha com Segue o Baile (Veneta), por Magô Pool; Muda de Chá (autoedição), por Lark; Eightball (DarkSide Books), por Daniel Clowes (traduzido por Érico Assis); Carniça e a Blindagem Mística – Parte 4: A Filha da Mulher Morta (autoedição), por Shiko; Duas Moças Nuas – A História de um Quadro (Conrad), de Luz (tradução de Flávia Yacubian); Final Cut (Darkside Books), por Charles Burns (tradução de Bruno Dorigatti); Fiodor (Pé de cabra), por Koostella; e Vidrado (Ou: A Hora de Almoço de Mosquito Matogrosso) (Selo Harvi), por Xavier Ramos.

Com nove títulos mencionados entre as 101 obras listadas nos rankings dos jurados, a Conrad acumulou 131 pontos no ranking de editoras. No top 10 do Grampo, dois títulos são da Conrad: Algumas de suas Verdades Ainda Moram em Mim e Duas Moças Nuas – A História de um Quadro. O segundo lugar entre as editoras ficou com a Veneta, com 122 pontos e nove obras listadas – incluindo a quarta posição, Segue o Baile. A Comix Zone ficou com o terceiro lugar, com 93 pontos e seis obras presentes nos rankings individuais. A DarkSide Books foi a quarta colocada no ranking de editoras (com 75 pontos e seis obras) e a Pipoca & Nanquim fechou o top 5 (com 62 pontos e sete títulos mencionados).

Os rankings individuais de cada um dos jurados estão disponíveis aqui. Os 20 quadrinhos mais bem colocados na soma dos rankings e as demais obras listadas constam a seguir.

1) Algumas de suas Verdades Ainda Moram em Mim (Conrad), por Alexandre Lourenço [61 pontos, oito listas];

por Lielson Zeni

Esta é uma das poucas vezes que o primeiro lugar da minha lista coincide com o primeiro lugar geral, e calhou de ser na décima primeira edição do prêmio, calhou de ser bem com o Alexandre, que não é só um amigo (como é tanta gente nessa cena dos quadrinhos), mas também um parceiro da feitura de quadrinhos. Falo isso por alguns motivos: 1) pela honestidade em saber que esse texto sai da mão de alguém que tem muito carinho e gratidão pelo autor, o que vai comprometer uma análise mais isenta; 2) pela minha vaidade, de saber que alguém tão talentoso tenha interesse em dividir sua criatividade comigo; e 3) porque seria mentir não falar da obra do Alexandre pelo seu aspecto emocional, sendo que tudo que está em jogo ali são emoções fluidas, que não se conformam, que se espalham pela forma quadrinística que o Alexandre sabe usar como poucos.

Todo mundo aponta a linguagem e a tal forma no trabalho do Alexandre como seu traço distintivo, e estão longe de estar errados. A mente desse cara tá sempre pensando como virar do avesso a linguagem dos quadrinhos, quer investigar como aquele painel enorme de espaço que é uma página faz com diversos quadrinhos de espaço, como essa máquina de transformar espaço em tempo, usando de letra e traço, pode contar histórias?

O laboratório formal de Alexandre Lourenço está disponível aos olhos de modo ligeiro e inconteste. Abra seus olhos e veja. Seja na progressão/regressão exponencial de quadrinhos em “Saudações vascaínas”, seja nos diversos tempos na mesma página de “Durma bem, monstro” (ambas histórias dessa coletânea lançada pela Conrad em 2025, com outras três: “Boxe” [talvez minha favorita], “Raio Rubro” e “Notas (ou algumas de suas verdades ainda moram em mim)”). O trabalho dele é reconhecido pela invenção.

Só que aí tem uma pista enganosa, porque dá pra falar horas das histórias do Alexandre apontando pra forma, às vezes sem entender o que é aquilo muito bem. Mas só dá pra aproveitar esses quadrinhos quando você permite que a forma te leve a paisagens sentimentais muito particulares e únicas, só capazes de existir na conjugação de forma e conteúdo pela mão do Alexandre.

Pode parecer que o meu amigo é um cultor da forma desinteressado da narrativa e das escalas emocionais da história. Se você acha isso, fica o convite pra você ler de novo. A estrutura narrativa existe ali pra além do desafio do “eu posso fazer isso”, ela está ali pra se imbricar com os níveis sentimentais, e costumam apresentar um estudo afetivo do mundo.

Algumas de suas Verdades Ainda Moram em Mim não é um livro sobre forma, é um livro sobre relação pai e filho, em tantos níveis de doçura, culpa, terror, medo e amor, que é perder tudo ficar falando da estrutura vazia. Essa estrutura do Alexandre está preenchida de humanidade, e a humanidade, potencializada pela forma.

Daria também pra gente levar o livro pra sessão de psicanálise, porque tem muita coisa ali, como a letra miúda que tenta esconder o que o autor quer dizer, o desenho pequeno que parece ter vergonha de existir. Mas essa leitura rasa não me interessa, me interessa o todo complexo que é este livro, uma das mais belas explorações de paternidade que você vai ler.

Nunca esqueço daquele boneco de traço simples, com o filho pequeno no colo, que sussurra “Não seja como eu”. Uma frase simples, que arrasta dúvidas e culpas consigo.

Esse livro me lembra que algumas verdades que moram em mim são iguais às do Alexandre e, assim, a gente estabelece um diálogo também no nível extratemporal entre autor e leitor.

Votaram: Érico Assis (1º), Krazy Kast (6º), Liber Paz (1º), Lielson Zeni (1º), Maria Clara Carneiro (6º), Mitie Taketani (2º), Ramon Vitral (1º) e Weaver Lima (9º).

2) Boca de Siri (Pitaya/Harper Collins Brasil), por Paulo Moreira [57 pontos, nove listas];

por Ramon Vitral

Já escrevi sobre a minha percepção do trabalho de Paulo Moreira como o grande elo entre a tradicional cena brasileira de humor gráfico e o recente neorrealismo brasileiro em quadrinhos de Marcelo D’Salete e Marcello Quintanilha. Seu Bom Dia, Socorro, lançado em 2022 e segundo colocado no Prêmio Grampo de 2023, investia nos disparates da vida cotidiana com humor, mas alguns momentos fantásticos apontavam para um rumo ainda mais singular na história das HQs nacionais. Boca de Siri segue essa trajetória em direção ao realismo mágico e cômico.

Muito do apelo fantástico de Boca de Siri está exatamente na capacidade de seu autor em retratar a realidade. A oralidade dos personagens, a representação urbana da HQ e as questões sociais apresentadas por Paulo Moreira reforçam a ambientação verossímil da obra. O traço caricato é um adendo ao humor.

Já a trama é centrada na chegada do caranguejo gigante Guaiamum em João Pessoa e seu embate com o Robô Parahybatron (pilotado por um recifense e patrocinado por uma empresa de apostas), um conflito gerado pelos planos da prefeitura para o alargamento da orla da praia. O leitor acompanha a luta sob a perspectiva de Ygo, Vitória e Duda. O trio é meio que um equivalente nacional (e mais espertos) de Elliot e seus amigos em E.T. O Extraterrestre, de Steven Spielberg.

Aguardo ansiosamente cada nova tira de Paulo Moreira no Instagram. Sua série mais recente, Robison o bebê de chifres, é das minhas leituras preferidas no momento e candidata potencial a muitas listas no de melhores HQs de 2026. Assim como em Bom Dia, Socorro, Boca de Siri apresenta os domínios do autor para a construção de uma história longa.

Paulo Moreira não é de investidas narrativas mirabolantes. Em Boca de Siri ele conta, muito bem, uma história envolvente com início, meio e fim sólidos; com personagens grandiosos e carismáticos; e desenhos dignos dos melhores momentos do Cartoon Network. É uma mistura maluca de Círculo de Fogo, do Guillermo del Toro, com Love and Rockets, dos irmãos Hernandez. É coisa para caramba. É legal demais. É uma grande HQ.

Votaram: Daniela Cantuária Utescher (4º), Érico Assis (4º), Leonardo Rodrigues / LEODYGAGA (2º), Liber Paz (5º), Lielson Zeni (3º), Maria Clara Carneiro (3º), Milena Azevedo (7º), Paulo Floro (5º) e Ramon Vitral (8º).

3) Dormindo entre cadáveres (Comix Zone), por Luís Moreira Gonçalves e Felipe Parucci [43 pontos, sete listas];

por Maria Clara Carneiro

Parece que um buraco se abriu em março de 2020 e nos engoliu todos. Um vácuo no tempo, que consumiu uns 2 (até 3) anos de nossas vidas e parece que nem existiu. Lembra quando a gente não sabia se teria vacina? Lembra quando a gente achou que fosse ficar um mês em casa? Lembra quando a primeira pessoa perto de você morreu? Luís lembra de muita coisa, mesmo quando diz ter esquecido muitos nomes. Dormindo entre Cadáveres é um relato pessoal de um então professor universitário de química residente em São Paulo, que aceitou colaborar na linha frente contra o Covid em Rondônia; é um livro que revisita essa história que acabou de acontecer, e também conta como ele passou a clinicar mesmo com pouca experiência, e como ele perdeu o emprego porque lembrou do juramento que fez na escola de medicina, e como as pessoas não aprendem com tragédias.

No começo de 2021, quando a história e o livro também se iniciam, já existia a vacina. Mas o negacionismo reinante (governante) não estava interessado em cura. Até mesmo a medicina foi conivente com a banalidade de um estado fascista. Aqui na minha cidade, por exemplo, quase 300 médicos assinaram um documento em março de 21 reivindicando seu “direito” de receitar o tal “kit Covid” a seus pacientes (cloroquina, ivermectina, entre outros). O Conselho Federal de Medicina e ninguém puniu até hoje esse negacionismo médico que atuou junto à doença. E mesmo se o então presidente – que arriscou a vida de toda a população e desdenhou dos milhares de mortos – está hoje preso, a questão de administrar a morte ao próprio povo não foi sequer uma questão para a justiça.

O desenho do livro ficou a cargo de Felipe Parucci, mais conhecido por suas graphic novels cômicas. Em Já Era e Apocalipse, Por Favor, por exemplo, o fim do mundo era inevitável, mas ainda havia algum alívio de saber que isso acabava. Parucci escreveu obras de fôlego, cheias de referências da nossa geração (a excelente safra de 1983) e concatenadas com o presente (e o futuro) irreversíveis. Ao desenhar a história de Luís, ele mantém o traço ágil, sobretudo nas cenas oníricas, porém o tom da narrativa se mantém, justamente, sóbrio e comedido. Só que, nesse livro, o mundo real tal como conhecemos acabou em 2020, mas esse fim não foi um fim do mundo definitivo – o que pode ser muito mais terrível quando a gente se dá conta disso. Foi até engraçado ouvi-lo responder a uma pergunta, na última Bienal de Quadrinhos de Curitiba, que acusou o livro de ter escancarado pouco as ações desastrosas e deliberadas dos governantes. Com tudo o que o livro mostra, na impossibilidade do personagem/narrador/autor confrontar seus pares em ação, o que temos nesse livro é um ínfimo fragmento dessa sucessão de horrores e a necessidade de navegá-los, apesar de tudo. O livro é um documento importante que já avisa que é apenas um pedaço do que a gente não pode esquecer, para que não aconteça mais.

Votaram: Érico Assis (3º), Liber Paz (4º), Lielson Zeni (9º), Maria Clara Carneiro (10º), Milena Azevedo (3º), Paulo Floro (1º) e Ramon Vitral (4º).

4) Segue o Baile (Veneta), por Magô Pool [40 pontos, oito listas];

Votaram: Audaci Junior (10º), Gabriela Borges (1º), Juscelino Neco (9º), Larissa Palmieri (9º), Leonardo Rodrigues / LEODYGAGA (1º), Mitie Taketani (9º), Paulo Floro (2º) e Ramon Vitral (7º).

5) Muda de Chá (autoedição), por Lark [30 pontos, cinco listas];

Votaram: Érico Assis (9º), Gabriela Borges (4º), Larissa Palmieri (1º), Leonardo Rodrigues / LEODYGAGA (4º) e Mitie Taketani (7º).

6) Eightball (DarkSide Books), por Daniel Clowes (traduzido por Érico Assis) [30 pontos, quatro listas];

Votaram: Daniela Cantuária Utescher (1º), Jéssica Groke (2º), Krazy Kast (5º) e Ramon Vitral (6º).

7) Carniça e a Blindagem Mística – Parte 4: A Filha da Mulher Morta (autoedição), por Shiko [29 pontos, quatro listas];

Votaram: Daniela Cantuária Utescher (2º), LIelson Zeni (8º), Ramon Vitral (2º) e Valter do Carmo Moreira (3º)

8) Duas Moças Nuas – A História de um Quadro (Conrad), de Luz (tradução de Flávia Yacubian) [27 pontos, quatro listas];

Votaram: Audaci Junior (2º), Daniela Capuzzi (5º), Liber Paz (2º) e Weaver Lima (8º).

9) Final Cut (Darkside Books), por Charles Burns (tradução de Bruno Dorigatti) [24 pontos, quatro listas];

Votaram: Audaci Junior (9º), Juscelino Neco (2º), Ramon Vitral (5º) e Weaver Lima (4º).

9) Fiodor (Pé de Cabra), por Koostella [24 pontos, quatro listas];

Votaram: Lielson Zeni (4º), Maria Clara Carneiro (1º), Mitie Taketani (8º) e Weaver Lima (7º).

9) Vidrado (Ou: A Hora de Almoço de Mosquito Matogrosso) (Selo Harvi), por Xavier Ramos [24 pontos, quatro listas];

Votaram: Daniela Cantuária Utescher (6º), Krazy Kast (4º), Lielson Zeni (6º), Maria Clara Carneiro (4º).

12) Você Precisa Saber de Mim (nVersos), por Helena Cunha [23 pontos, quatro listas];

Votaram: Leonardo Rodrigues / LEODYGAGA (3º), Liber Paz (8º), Gabriela Borges (7º) e Larissa Palmieri (3º).

13) Refletir (autoedição), por Grazi Fonseca [23 pontos, três listas];

Votaram: Lielson Zeni (2º), Maria Clara Carneiro (7º) e Valter do Carmo Moreira (1º).

13) Resta Um (HQueria), por Jordan Crane (tradução de Ellen Andrade) [23 pontos, três listas];

Votaram: Audaci Junior (6º), Daniela Capuzzi (2º) e Érico Assis (2º).

15) Domingos (Pipoca e Nanquim), por Sidney Gusman e Jefferson Costa [22 pontos, quatro listas];

Votaram: Audaci Junior (5º), Bianca Sakai (6º), Daniela Capuzzi (4º) e Liber Paz (7º).

16) Retratos de Pessoas Mortas (Ugra Press), por Kainã Lacerda [22 pontos, três listas];

Votaram: Krazy Kast (1º), Larissa Palmieri (4º) e Weaver Lima (6º).

16) Aula de Teatro (Veneta), por Nick Drnaso (tradução de Cris Siqueira) [22 pontos, três listas];

Votaram: Jéssica Groke (1º), Krazy Kast (8º) e Weaver Lima (2º).

18) Ninfeias Negras (QS Comics), por Fred Duval e Didier Cassegrain (tradução de Alessandra Bonrruquer) [20 pontos, duas listas];

Votaram: Audaci Junior (1º) e Milena Azevedo (1º).

19) Água até aqui: histórias de luta, sobrevivência e recomeço na maior tragédia climática do Rio Grande do Sul (Arquipélago), por Pablito Aguiar [19 pontos, quatro listas];

Votaram: Jéssica Groke (7º), Larissa Palmieri (10º) e Liber Paz (3º).

20) Ouroboros (Comix Zone), por Luckas Iohanathan [18 pontos, duas listas];
Votaram: Daniela Capuzzi (1º) e Paulo Floro (3º).

Outras HQs listadas pelos jurados do Prêmio Grampo 2026: Acender uma Fogueira (Pipoca e Nanquim), por Christophe Chabouté (tradução de Aline Zouvi); Amarelo Seletivo 2: Kanpai! (autoedição/Sapos Voadores), por Ricardo Tayra e Débora Kamogawa; Os Animais se movem (autoedição), por Iara Ribeiro; Autofagia: Ensaios (Risco Impresso), organizado por Guilherme E Silveira e Vizette Priscila Seidel; Bife de Unicórnio: Só O Filé (Comix Zone), por Gabriel Dantas; Bitch Planet – Planeta das Vagabundas: Sessão Tripla! (Conrad), por Kelly Sue DeConnick, Valentine De Landro e convidados (tradução de Dandara Palankof); Blackbird (DarkSide Books), por Pierre Maurel (tradução de Aline Zouvi); Bossa Nova – Música Popular em Quadrinhos (Brasa), organizada por Lobo; Centauros – Volume 3 (Conrad), por Ryo Sumiyoshi (tradução de Edward Kondo); Chico Bento: Viola (Panini), por Orlandeli; O Colecionador (Hipotética), por Djeison Hoerlle, Dieferson Trindade e Juliano Dalbem; Como Fazer Amigos e Enfrentar Vampiros (JBC/Companhia das Letras), por Eric Peleias e Gustavo Borges; O Corpo de Cristo (Comix Zone), por Bea Lema (tradução de Fernando Paz); Curiosidade (Veneta), por Cecilia Capuana (tradução de Márcio Rodrigues); Daruma: Identidade (Pitaya/Harper Collins Brasil), por Monge Han; De mão em mão (Bebel Books/Z Edições), por João Pinheiro e Allan Sieber; Do que você tem medo? (autoedição), por Jéssica Goes; O Dragão de Aço (Mau Gosto Corp.), por Fernando Athayde; Eu Sou o Seu Silêncio (Pipoca e Nanquim), por Jordi Lafebre (tradução de Fernando Paz); O Enigma do Polvo Tarântula (Mau Gosto), por Koostella; Epilético (Darkside Books), por David B. (tradução de Aline Zouvi); O Espelho dos Sonhos e outras histórias (Risco Editora), por Paul Kirchner (tradução de Érico Assis); Estive em Horroroso e Lembrei de Você (Quadrinhos na Cia/Companhia das Letras), por Rafael Sica; Fanfiction (webcomic), por Roberta Sofer; Fanfiction Vol.2: Amizades Sinceras (autoedição), por Robert Sofer; Fóssil dos Sonhos: Todos os Contos de Satoshi Kon (Pipoca & Nanquim), por Satoshi Kon (tradução de Drik Sada); Garota à Beira-Mar (JBC/Companhia das Letras), por Inio Asano (tradução de Caio Pacheco); Gibi de Menininha 4 – Damas da Noite (Zarabatana Books), por Camila Suzuki, Clarice França, Dane Taranha, Fabiana Signorini, Flávia Gasi, Germana Viana, Kátia Schittine, Mari Santos, Renata CB Lzz e Roberta Cirne; Gibi Proibido (CAQ – Coletivo Alvoradense de Quadrinhos/Márcio Sno Produções), por Bira Dantas, Germana Viana, Kiko Garcia, Kris Zullo e Laudo; God is a Lilly of the Valley (MMarte), por Luiz Gê; Guerra em Gaza (Companhia das Letras), por Joe Sacco (tradução de Érico Assis); Happy Endings (Risco Editora), por Lucie Bryon (tradução de Érico Assis); Helen de Wyndhorn (Suma/Companhia das Letras), por Tom King e Bilquis Evely (tradução de Angélica Andrade); Heloquência (Conrad), por Helô D’Angelo; Hoje é um belo dia para matar (DarkSide Books), por Patrick Horvath (tradução de Érico Assis); Hoka Hey! (Taverna do Rei), por Neyef (tradução de Fernando Paz); O Homem que Sabia Javanês (Via Lúdica), por Davi Calil; A Hora da Estrela (Rocco), por Leticia Wierzchowsk e Line Lenos; Ifaradá (Trem Fantasma), por Alexander Izquierdo (tradução de Mario Luiz C. Barroso, Sergio Barreto e Marcello Fontana); Ikkyu: Vento (Veneta), por Hisashi Sakagushi (tradução de Drik Sada); Incidente em Antares (Companhia das Letras), por Rafael Scavone, Olavo Costa e Mariane Gusmão; Iraúna do Olhar Ambar Vol. 1 (JBC/Companhia das Letras), por Pieri; Kabuki: Verão, Outono, Inverno, Primavera (Pipoca & Nanquim), por Tiago Minamisawa e Guilherme Petreca; Liget #6 (Selo Harvi), por Marcos KZ; O Livro de Ofélia (Veneta), por Gilbert Hernandez (tradução de Cris Siqueira e Alexandre Barbosa de Souza); Max Medroso (VR Editora), por André Catarinacho e Felipe Nunes; Minotauro e outras histórias (Conrad), por Laerte; Na Prisão (Comix Zone), por Kazuichi Hanawa (tradução de Drik Sada); Nejishiki (Veneta), por Yoshiharu Tsuge (tradução de Luis Libaneo); Nina e o Passarinho (webcomic), por Daniele Santos Barbosa; Nodame Cantabile #1 (MPEG), por Tomoko Ninomiya (tradução de Erika Yuriko Tanaka); Ônibus 2 (Risco Editora), por Paul Kirchner (tradução de Érico Assis); O Oposto do Robô (MMarte), por Max Andrade; Pesadelos Completos (Darkside Books), por Hideshi Hino (tradução de Ayumi Anraku); Petricor (Devir), por Jack Azulita; Por uma Fração de Segundo: A vida movimentada de Eadweard Muybridge (Comix Zone), por Guy Delisle (tradução de Flávia Yacubian); Quadrinhos (autoedição), por Julia Chorona; Quase Tudo São Flores (Corad), por Karipola; Querido Gineco – Relatos ilustrados de pessoas reais, com e sem vulva (autoedição), por LittleGoat; Redux: Zero e Um (autoedição), por Toni Le Fou; Reflexos do mundo: Trabalhar e Viver (Nemo), por Fabien Toulmé (tradução de Felipe Monte); Robô Esmaga #2 (autoedição), por Alexandre S. Lourenço; Samba de roda (Veneta), por Juliana Barreto Farias e Gabriel Gabiru; Sertão: Agroecologia, Resistência e Fé (Nemo), por Sébastien Carcelle e Laurent Houssin (tradução de Renata Silveira); Shigurui (Pipoca & Nanquim), por Takayuki Yamaguchi (tradução de Camilla Midori); Shmoo (Veneta), por Al Capp (tradução de Alexandre Barbosa de Souza); Terror Especial: Cida Godoy (Franco de Rosa Editor), por Cida Godoy; Thorgal: Série Clássica Vol. 1 (Pipoca e Nanquim), por Jean van Hamme e Grzegorz Rosinski (tradução de Rodrigo Lobo); Tia! Tia! Tia! (autoedição), por Julia Chorona; Um Dia em Kara Tepe (Conrad), por Mei-Li Nieuwland (tradução de Cassius Medauar); Uma moeda ou um beijo (Conrad), por Leonardo Melo e André Caliman; Uma Tigela de Sangue e Ossos (autoedição), por Yoshi Itice; Ugrito #41: Risada Artificial (Ugra Press), por Batista; Vicente – Lua Cheia (Brasa), por Pablo Marquinho e Álvaro Maia; Vida Fóssil (Seiva), por Laerte e Rafael Coutinho; A Vida Secreta das Árvores (Nemo), por Peter Wohlleben, Fred Bernard e Benjamin Flao (tradução de Renata Silveira); Vidas Secas (Nemo), por José Aguiar e Fernanda Baukat; Viver Dói (Bebel Books), por Fabiane Langona; Vizunga (Veneta), por Flávio Colin; Witch at the Beach (autoedição), por José Roberto Celestino.

Publicado por lielsonzeni

algo entre working in progress e conclui na próxima edição.

E o que você acha?