[Bartheman] "No meu tempo…" ou: os melhores quadrinhos da primeira década do século XXI

Enquanto o mundo faz suas listas dos melhores e melhores da nata do disco, do gibi, do livro, do diabo a quatro, comecei a pensar na década anterior e como comecei a ler quadrinhos mais intensivamente. Então, em vez de uma retrospectiva da década anterior, começo essa série aqui com lembranças do tempo da Carochinha.

[Bartheman] Waldo e seus precursores

Tem um tempinho, Lielson Zeni e eu encontramos esse texto abaixo, sobre o personagem-chave de O bulevar dos sonhos partidos, tradução minha para a todavia, com preparação de texto do Lielson. Reencontrei agora, enquanto tentava arrumar as coisas para esquecer do mundo. Afinal, estamos no limiar da loucura…

[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica

O bom desse blog é a gente se ater a críticas sobre o que se gosta: pra mim, os quadrinhos que tomam de assalto o discurso dominante e subvertem as coisas, fazem a gente imaginar um mundo esteticamente mais complexo. Mas aí aparecem alguns assuntos que, para além dos limites do atual, requerem uma perspectivaContinuar lendo “[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica”

[Bartheman] Tradução e a letra traduzida

O Paulo Cecconi escreveu sobre seus trabalhos de tradução e fiquei pilhada. Afinal, foi a tradução de histórias em quadrinhos que me fez pensar mais sobre seu estilo, sua forma… foi traduzindo e pensando essa tradução que fui desenvolver pesquisa, e até escrever neste querido blog.

[Bartheman] Meu 3º grampo

Parece que foi ontem quando certa @ no Twitter me pediu uma lista dos melhores quadrinhos do ano para um tal de prêmio Grampo… Na verdade, parece que faz tanto tempo, pois de lá pra cá foi uma BALBÚRDIA só!