[Prêmio Grampo] Como fazemos esse prêmio

Ramon Vitral e Lielson Zeni criaram o Prêmio Grampo no final de 2015, pensando em como reunir pessoas diferentes da cena dos quadrinhos e suas listas de melhores leituras do ano. Participo desde então do Prêmio, e passei a integrar o trio de organizadores no final de 2016. Como pesquisadora, me importa bastante essa reuniãoContinuar lendo “[Prêmio Grampo] Como fazemos esse prêmio”

[Bartheman] “No meu tempo…” ou: os melhores quadrinhos da primeira década do século XXI

Enquanto o mundo faz suas listas dos melhores e melhores da nata do disco, do gibi, do livro, do diabo a quatro, comecei a pensar na década anterior e como comecei a ler quadrinhos mais intensivamente. Então, em vez de uma retrospectiva da década anterior, começo essa série aqui com lembranças do tempo da Carochinha.

[Bartheman] Waldo e seus precursores

Tem um tempinho, Lielson Zeni e eu encontramos esse texto abaixo, sobre o personagem-chave de O bulevar dos sonhos partidos, tradução minha para a todavia, com preparação de texto do Lielson. Reencontrei agora, enquanto tentava arrumar as coisas para esquecer do mundo. Afinal, estamos no limiar da loucura…

[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica

O bom desse blog é a gente se ater a críticas sobre o que se gosta: pra mim, os quadrinhos que tomam de assalto o discurso dominante e subvertem as coisas, fazem a gente imaginar um mundo esteticamente mais complexo. Mas aí aparecem alguns assuntos que, para além dos limites do atual, requerem uma perspectivaContinuar lendo “[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica”

[Bartheman] Tradução e a letra traduzida

O Paulo Cecconi escreveu sobre seus trabalhos de tradução e fiquei pilhada. Afinal, foi a tradução de histórias em quadrinhos que me fez pensar mais sobre seu estilo, sua forma… foi traduzindo e pensando essa tradução que fui desenvolver pesquisa, e até escrever neste querido blog.