[Vá com o Carmo] Especial: Como ler Benoît Peeters – Legível, Visível (Capítulo 4)

Estamos de volta com mais um artigo da série sobre a leitura do livro CASE, PLANCHE, RÉCIT: COMMENT LIRE UNE BANDE DESSINÉE ou QUADRO, PÁGINA, NARRATIVA: COMO LER UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS, de Benoît Peeters. Na última coluna, acompanhamos a reflexão de Peeters a respeito da sofisticação presente nos layouts de autores como Winsor McCay e Frank King que,Continuar lendo “[Vá com o Carmo] Especial: Como ler Benoît Peeters – Legível, Visível (Capítulo 4)”

[Balbúrdia Café] O último mês

Salve, salve. Um tempinho sem escrever: vida acontece, essas coisas. Ainda recuperando os caquinhos… Ainda cuidando da vida. Essas coisas. Mas continuamos trabalhando em outras instâncias e tentando voltar a regularizar a escrita por aqui. Ainda participamos ali no Primeiro Café todas as sextas-feiras, ao vivo. Nas últimas semanas, recomendamos a PoCon e Bendita aContinuar lendo “[Balbúrdia Café] O último mês”

[Bartheman] Fragmentos do desamor contemporâneo

Era o final de dois anos de aulas de francês para uma turminha querida, e levei para eles meu capítulo favorito do meu livro favorito: “A espera”, dos Fragmentos de um discurso amoroso (Francisco Alves, 2001, tradução de Hortênsia dos Santos)de Roland Barthes. Espera. Tumulto de angústia suscitado pela espera do ser amado, no decorrerContinuar lendo “[Bartheman] Fragmentos do desamor contemporâneo”