[Parlatório] Jean-Christophe Menu

Esses dias, li pelo Facebook do Frédéric Hojlo que a editora L’Apocalypse, de Jean-Christophe Menu, deve retornar às atividades.

L’Apocalypse foi fundada após o autor e editor retirar-se da L’Association, a editora francesa responsável por lançar autores como Marjane Satrapi e David B., para ficar nos mais conhecidos. A entrevista que segue foi publicada em 2010, quando a L’Asso celebrava seus 20 anos. Hoje, o tal site já se encontra no ar, e a editora chegou a entrar no mercado dos livros digitais (vendidos por terceiros). E muita coisa mudou também na nova estrutura, inclusive com a publicação de livros em quadricromia.

Mas segue aí a entrevista já adolescente, como um registro da voz de um editor importante para o cenário francês até hoje.

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[Bartheman] Seminário de Estudos Avançados

Nesta terça, começo a ministrar o Seminário “Estudos dos quadrinhos, sua forma e sua história. É um seminário para o Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Santa Maria. Vou trazer um tanto da base teórica que orienta minha pesquisa, e sempre vem diluída e disseminada nos meus textos aqui do “Bartheman”.

Gratuito, por inscrição.

Mais informações, por aqui.

[Balbúrdia Café] O último mês

Salve, salve.

Um tempinho sem escrever: vida acontece, essas coisas. Ainda recuperando os caquinhos… Ainda cuidando da vida. Essas coisas.

Mas continuamos trabalhando em outras instâncias e tentando voltar a regularizar a escrita por aqui.

Ainda participamos ali no Primeiro Café todas as sextas-feiras, ao vivo. Nas últimas semanas, recomendamos a PoCon e Bendita a Cura do Mario Cesar,

falamos de direitos reprodutivos nos quadrinhos,

de quadrinistas de quem gostaríamos de ser amigos (Doucet, Colin, José Carlos Fernandes – leia resumo na Newsletter),

e recomendamos os cientistas loucos da Velha Cosmo e do Fabio Vermelho (leia resumo na Newsletter):

A gente apóia o Primeiro Café porque acredita na importância do jornalismo independente e irreverente. E continua a realizar essa Balbúrdia porque acredita na importância da cultura, e de falar de cultura como forma de resistência.

Ainda mais nesse ano louco. Nesses tempos loucos e infernais.

***

Estou para escrever a parte 2 do meu diário peruano. Vai sair. Espero que sim. Muita coisa ainda fervilha.

Bora começar essa semana, que: tem Seminário de Estudos Avançados da Pós-Gradução sobre quadrinhos, comigo, iniciando nesta terça. Veja aí no próximo post!

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