[Vem comigo] Narrativas do nada nos quadrinhos contemplativos de Jordan Bolton

Adaptação (2002) Em uma palestra sobre roteiros de cinema, um tímido e suado Charlie Kaufman (interpretado por Nicolas Cage, com camisa xadrez) ergue o braço, se levanta em meio a plateia e diz: “E se o escritor estiver tentando criar uma história onde nada acontece? Onde as pessoas não mudam, não tem nenhuma epifania. ElasContinuarContinuar lendo “[Vem comigo] Narrativas do nada nos quadrinhos contemplativos de Jordan Bolton”

[Com vocês] Luísa Monteiro: Damasco não é uma fruta

O texto que vem abaixo não foi encomenda, juro! Luísa Monteiro, nossa colega de grupo de pesquisa, escreve sobre o livro do balbúrder Lielson Zeni com o balbúrder eventual Alexandre Lourenço. Com vocês, o texto da Luísa. Por aqui, Damasco é uma história em quadrinhos. A princípio, não é comestível. Ao que parece, o títuloContinuarContinuar lendo “[Com vocês] Luísa Monteiro: Damasco não é uma fruta”

[Bartheman] Minhas orelhas – Cinema Panopticum de Thomas Ott

Como explicado no post anterior, vou aqui resgatando uns prefácios, posfácios e orelhas que escrevi, enquanto não volto a escrever de fato. Esse foi um texto que ouvi muita gente citando depois. Fiquei feliz em poder dar um contexto sobre a obra do Ott. Carrossel de ilusões – Cinema Panopticum, de Thomas Ott – Darkside,ContinuarContinuar lendo “[Bartheman] Minhas orelhas – Cinema Panopticum de Thomas Ott”