[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica

O bom desse blog é a gente se ater a críticas sobre o que se gosta: pra mim, os quadrinhos que tomam de assalto o discurso dominante e subvertem as coisas, fazem a gente imaginar um mundo esteticamente mais complexo. Mas aí aparecem alguns assuntos que, para além dos limites do atual, requerem uma perspectiva … Continue lendo [Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica

[Vem comigo] O Ateneu: crônica de saudades

Levei bastante tempo para ler esse livrinho. Ateneu, ou O Ateneu: crônica de saudades, da Mariana Paraizo (2014), é de uma delicadeza tão apurada nos detalhes, que passei algum tempo apenas olhando aquelas páginas, curtindo a textura da montagem feita nela.  A capa se fecha feito caderneta escolar, imediatamente remetendo ao Colégio Pedro II no Rio de Janeiro, das mais … Continue lendo [Vem comigo] O Ateneu: crônica de saudades

[Com vocês] Sérgio Chaves: listas são sempre injustas

Queridos leitores. A gente está mais lento nas postagens, mas esperamos garantir qualidade. Por um triz, quase perdi esse texto do Sérgio Chaves, que tinha nos enviado há um mês, sobre o Prêmio Grampo. Mas antes tarde do que nunca! Aí, com vocês, Sérgio Chaves, editor da Café Espacial. Beijos, MC É, a gente sabe. … Continue lendo [Com vocês] Sérgio Chaves: listas são sempre injustas

[Bartheman] Tradução e a letra traduzida

O Paulo Cecconi escreveu sobre seus trabalhos de tradução e fiquei pilhada. Afinal, foi a tradução de histórias em quadrinhos que me fez pensar mais sobre seu estilo, sua forma... foi traduzindo e pensando essa tradução que fui desenvolver pesquisa, e até escrever neste querido blog. Pois então, a minha primeira tradução publicada foram as 676 … Continue lendo [Bartheman] Tradução e a letra traduzida

[Vem comigo] Ergens waar je niet wil zijn

Acho que o nome desse livro se pronuncia "érguens var ie niet vil ziin". É do holandês e, segundo o Google, quer dizer "Em algum lugar onde você não quer estar". O livro, do belga Brecht Evens, tem uma efusividade colorida e fluida, que se dissolve, como a aquarela, em uma narrativa existencialista (da náusea … Continue lendo [Vem comigo] Ergens waar je niet wil zijn