Prêmio Grampo das Grandes HQs: Os 20 jurados

Prêmio Grampo surgiu em 2016 inspirado na saudosa votação de melhores do ano do blog Gibizada, do jornalista Télio Navega, no jornal O Globo. Assim como ele fazia, dois editores do Balbúrdia, Lielson Zeni (eu) e Maria Clara Carneiro, + Ramon Vitral (do Vitralizado) convidamos várias pessoas envolvidas de diferentes formas na cena brasileira de quadrinhos a produzirem listas com o que elas consideram os 10 melhores títulos publicados no país no ano anterior. A ideia é que esse júri passe por mudanças pontuais a cada ano. De 2017 para o de 2018, foram convidados seis jurados que participam pela primeira vez da votação. Também se pede que nenhum jurado vote em livros no qual trabalhou/esteve envolvido.

Assim como em 2016 e 2017, para a edição de 2018 chamamos 20 pessoas entre quadrinistas, editores, pesquisadores, jornalistas e lojistas. A lista final com os 10 títulos mais votados e vencedores dos Grampos de Ouro, Prata e Bronze serão revelados no sábado (3/2), a partir das 15h, no Dia do Quadrinho Nacional na Ugra. No domingo (4/2) você encontra no Balbúrdia e logo ali no Vitralizado os rankings individuais de cada um dos jurados e a lista completa com todos os títulos votados. Por enquanto, apresentamos os nossos 20 jurados de 2018:

Carlos Neto [jornalista e apresentador do Papo Zine];
Carol Ito [jornalista, quadrinista, pesquisadora de quadrinhos e coordenadora da página Políticas];
Cecilia Arbolave [sócia e editora da Lote 42];
Daniel Lopes [editor de quadrinhos e apresentador do Pipoca e Nanquim];
Daniela Cantuária P. Utescher [sócia e editora da Ugra Press];
Dandara Palankof [jornalista, pesquisadora, editora da Plaf, balbúrder e tradutora de HQs];
Érico Assis [jornalista, tradutor e pesquisador de quadrinhos, editor do A Pilha];
Larissa Martina [proprietária da RV Cultura e Arte];
Liber Paz [quadrinista, pesquisador, professor universitário e balbúrder];
Lielson Zeni [editor, pesquisador, roteirista de quadrinhos e balbúrder];
Luciana Foraciepe [editora da Maria Nanquim];
Maria Clara Carneiro [tradutora, pesquisadora de HQs, professora universitária e balbúrder];
Milena Azevedo [roterista de quadrinhos, resenhista do Universo HQ e integrante do selo Pagu Comics, da Editora Cândido];
Mitie Taketani [proprietária de Itiban Comic Shop];
Paulo Cecconi [tradutor de quadrinhos e balbúrder];
Paulo Floro [jornalista e pesquisador de quadrinhos, um dos editores da Revista O Grito! e da revista Plaf];
Ramon Vitral [jornalista e editor do Vitralizado];
Raquel Moritz [editora, publicitária e apresentadora do Pipoca Musical];
Sérgio Chaves [produtor editorial e roteirista de quadrinhos, editor da Café Espacial];
Thiago Borges [jornalista, editor do O Quadro e o Risco].

[Videoshow] Feira Miolo(s)

Maria Clara Carneiro e Lielson Zeni (eu, no caso) falaram sobre falar de quadrinhos por quase uma hora na biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo, na Feira Miolo(s). Vai no vídeo:

Camisetas do Balbúrdia.

Teve também esta fala bacanuda de Ligaya Salazar (com tradução consecutiva de Cecilia Arbolave) sobre o cenário inglês de quadrinhos independentes.

E aqui você vê todas as falas da Miolo(s) 2017.

[Bartheman] Defesa ilustrada da crítica das histórias em quadrinhos

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Ilustração do © Diego Gerlach (2017) para o empreendimento Camisas Balbúrdia

Nesse mês que termina, participamos de eventos e conversas, e lemos outras tantas discussões dos mais diversos níveis sobre a crítica. Escrevi sobre isso há bastante tempo, para a Antílope 1, mas uma das coisas mais comuns quando a gente escreve sobre a crítica, é que a massa crítica é bem reduzida, as bolhas são limitadas, e a gente acaba só “pregando para convertidos”. Fica chato me repetir e, ainda por cima, acho deselegante entrar nesse assunto, nessas conversas com meu distintivo de Crítica. Mas então, como aqui é um espaço seguro, e só a Maíra e o namorado dela vão ler mesmo, vou só apresentar algumas coisas que vêm roendo minha cachola, fazendo, em primeiro lugar, um apanhadinho histórico, depois mais específico sobre as histórias em quadrinhos, e em seguida uma breve avaliação dessa guerra polissêmica sobre escrever sobre histórias em quadrinhos. Continue lendo “[Bartheman] Defesa ilustrada da crítica das histórias em quadrinhos”