[Com vocês] Luísa Monteiro: A astrologia de Liv Strömquist – como ler o que se repete?

Em 2023, numa disciplina no início do doutorado, discutimos uma resenha um tanto injusta sobre o segundo livro de Itamar Vieira Junior, Salvar o Fogo, publicado naquele ano (aqui a crítica e aqui a resposta do autor). Uma das acusações imperdoáveis na visão da crítica era o fato de que o autor havia lançado mãoContinuarContinuar lendo “[Com vocês] Luísa Monteiro: A astrologia de Liv Strömquist – como ler o que se repete?”

[Com vocês] Gabriel Cavalcanti: A mutilação do pretérito em preto e branco

Gabriel Cavalcanti escreve sobre Em perfeito estado (Veneta, 2024), de Juscelino Neco, explorando as tensões entre a memória e o objeto, entre a inocência e languidez. ATENÇÃO: o texto a seguir contém imagens de nudez explícita. Seriam memórias pontos fixos no tempo, restos daquilo que aconteceu? Não. O quão fixa é uma memória, a imagemContinuarContinuar lendo “[Com vocês] Gabriel Cavalcanti: A mutilação do pretérito em preto e branco”

[Com vocês] Gabriel Cavalcanti: Psicologia da adaptação com a fábula de Odyr pelo Capibaribe

Adaptações são sempre complicadas, não é mesmo? O processo de adaptação de uma linguagem para outra é um processo como o de tradução, onde haverá proximidades e distâncias entre o texto a ser adaptado e o resultado. Quando há uma grande diferença, é possível construir uma nova perspectiva à obra que, no texto original, nãoContinuarContinuar lendo “[Com vocês] Gabriel Cavalcanti: Psicologia da adaptação com a fábula de Odyr pelo Capibaribe”