[Bartheman] Defesa ilustrada da crítica das histórias em quadrinhos

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Ilustração do © Diego Gerlach (2017) para o empreendimento Camisas Balbúrdia

Nesse mês que termina, participamos de eventos e conversas, e lemos outras tantas discussões dos mais diversos níveis sobre a crítica. Escrevi sobre isso há bastante tempo, para a Antílope 1, mas uma das coisas mais comuns quando a gente escreve sobre a crítica, é que a massa crítica é bem reduzida, as bolhas são limitadas, e a gente acaba só “pregando para convertidos”. Fica chato me repetir e, ainda por cima, acho deselegante entrar nesse assunto, nessas conversas com meu distintivo de Crítica. Mas então, como aqui é um espaço seguro, e só a Maíra e o namorado dela vão ler mesmo, vou só apresentar algumas coisas que vêm roendo minha cachola, fazendo, em primeiro lugar, um apanhadinho histórico, depois mais específico sobre as histórias em quadrinhos, e em seguida uma breve avaliação dessa guerra polissêmica sobre escrever sobre histórias em quadrinhos. Continue lendo “[Bartheman] Defesa ilustrada da crítica das histórias em quadrinhos”

[Com vocês] Bruno Dorigatti entrevista Jaguar

“Não, não sou porra louca, sou um cara que trabalha pra cacete, aos 75 anos.
Porra, eu nem tive o prazer de ser preso, eu paguei o táxi até a Vila Militar, uma nota preta.” – Jaguar

Bruno Dorigatti conseguiu um feito histórico: além de entrevistar Jaguar, fundador do Pasquim (para dizer um dos tantos fatos memoráveis que você vai ler aí), reuniu Nani e a então jovem guarda do humor fluminense (produzido por lá, nem todos oriundos da hoje cidade olímpica). O gaúcho Allan Sieber, o mineiro Leonardo e carioca Arnaldo Branco, então editores da recém finada Revista F.. A parouvela dos confrades foi acompanhada pela escritora Cecilia Giannetti.

 Direto do túnel do tempo, Balbúrdia resgata esse encontro aniversariando uma década.

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