[1, 2, 3… já!] Oubapo.BR

Oficina virtual de quadrinhos potenciais Coluna para difundir e motivar atividades Oulipo-oubapianas, em que todos possam participar enviando suas produções a partir das proposições. Pequeno histórico do Oubapo no Brasil

[Vem comigo] Obscuro fichário dos artistas mundanos

Estamos em tempos obtusos, tempo de colher as sementinhas do ódio remanescente da ditadura, acobertadas com panos quentes pela velha oligarquia nacional. E eis que, só em uma semana, da mesma estufa brota intimação aos artistas Claudio Mor, João Montanaro, Benett, Laerte e a um jornal (intimidados) por conta de cartuns do ano passado eContinuar lendo “[Vem comigo] Obscuro fichário dos artistas mundanos”

[Bartheman] “No meu tempo…” ou: os melhores quadrinhos da primeira década do século XXI

Enquanto o mundo faz suas listas dos melhores e melhores da nata do disco, do gibi, do livro, do diabo a quatro, comecei a pensar na década anterior e como comecei a ler quadrinhos mais intensivamente. Então, em vez de uma retrospectiva da década anterior, começo essa série aqui com lembranças do tempo da Carochinha.

Prêmio UGrampo 2019: uma homenagem do Prêmio Grampo e da Ugra aos quadrinistas em resistência

O ano que passou avivou as marcas de nossos abismos: somos política, social, cultural e afetivamente tensionados. O processo eleitoral de 2018 aclarou o que já existia, campos ideológicos complexos e guerra latente entre os que querem conservar tudo que tá aí e os que querem direitos e inclusão para todos. No meio desse abismoContinuar lendo “Prêmio UGrampo 2019: uma homenagem do Prêmio Grampo e da Ugra aos quadrinistas em resistência”

[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica

O bom desse blog é a gente se ater a críticas sobre o que se gosta: pra mim, os quadrinhos que tomam de assalto o discurso dominante e subvertem as coisas, fazem a gente imaginar um mundo esteticamente mais complexo. Mas aí aparecem alguns assuntos que, para além dos limites do atual, requerem uma perspectivaContinuar lendo “[Bartheman] Vamos ter que falar da Mônica”