[Balbúrdia Café] As guerras e a ficção

Guernica, de Pablo Picasso (1937) “… o que eu vi, o que tinha a relatar, fazia a guerra parecer muito feia. Sabem, a verdade pode ser uma coisa realmente poderosa. Não é algo que se espera.”Kurt Vonnegut em Um homem sem pátria. Trad. de Roberto Muggiati, Record, 2006. No último encontro do Balbúrdia com oContinuarContinuar lendo “[Balbúrdia Café] As guerras e a ficção”

[Vá com o Carmo] Existe uma vanguarda dos quadrinhos ou quadrinhos de vanguarda?

Capa e página de “Informe sobre cegos” A partir de um contexto histórico-político-social conturbado, despontam na Europa do início do século XX tendências artística que colocavam em xeque as convenções de representação que já vinham perdendo espaço desde o final do século anterior. As assim chamadas correntes de vanguarda punham em marcha práticas artísticas inovadoras,ContinuarContinuar lendo “[Vá com o Carmo] Existe uma vanguarda dos quadrinhos ou quadrinhos de vanguarda?”

[Vá com o Carmo] Quatro Quadrinhos para pensar o nosso tempo

Parede do museu Picasso, Barcelona. “Não, a pintura não é feita para decorar as paredes. É um instrumento de guerra ofensiva e defensiva contra o inimigo”.Picasso, 24 de março de 1945. Nas paredes do Museu Picasso em Barcelona, encontramos essas fortes palavras do mestre andaluz que adverte o incauto transeunte do grande equívoco do sensoContinuarContinuar lendo “[Vá com o Carmo] Quatro Quadrinhos para pensar o nosso tempo”