[Bartheman] Fragmentos do desamor contemporâneo

Era o final de dois anos de aulas de francês para uma turminha querida, e levei para eles meu capítulo favorito do meu livro favorito: “A espera”, dos Fragmentos de um discurso amoroso (Francisco Alves, 2001, tradução de Hortênsia dos Santos)de Roland Barthes. Espera. Tumulto de angústia suscitado pela espera do ser amado, no decorrerContinuar lendo “[Bartheman] Fragmentos do desamor contemporâneo”

[Bartheman] “No meu tempo…” ou: os melhores quadrinhos da primeira década do século XXI (p. 2)

Pinacoderal: rudimentos da linguagem, de Diego Gerlach (Pé-de-Cabra), fez uma boa performance nas listas do Prêmio Grampo desse ano. A história é fragmentária, apresentando luta pela luta em um panorama holístico, e variou bastante nos quase 10 anos de sua produção, escoada em vários zines, revistas e reunida nesse livro (aliás, o design é doContinuar lendo “[Bartheman] “No meu tempo…” ou: os melhores quadrinhos da primeira década do século XXI (p. 2)”