[Kitinete HQ] Melhores de 2017 – por Liber Paz

No embalo das tradições de começo de ano, Liber Paz apresenta sua lista de quadrinhos favoritos de 2017.

[Parlatório] Pedro Moura

Na semana passada postamos uma entrevista com uma das convidadas da Des.Gráfica 2017, Dominique Goblet. Hoje é a vez do outro convidado, o pesquisador, crítico e escritor português Pedro Moura.

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[Vem comigo] O mundo segundo Jouralbo

O mundo segundo Jouralbo é livro com histórias do pai de Allan Sieber, o seu Jorualbo Sieber, um homem obcecado com o número 7 e cheio de causos pra contar, no traço de diversos artistas.

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[Vem comigo] Fanny Michaëlis

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Ilustração para Magazine Littéraire, 2012
Era o RioComicon 2011, e uma equipe montava um tanto de improviso a caixa de som, microfones e uma pequena bateria elétrica, em meio ao corredor dos independentes, defronte aos vagões pintados pelos Gêmeos. Os músicos que se apresentariam em breve eram Ludovic Debeurme e sua namorada, Fanny Michaëlis, que acompanhara o convidado ao festival – lançando seu Lucille¹. Ela chegou de posse de seus dois primeiros livros publicados no mesmo ano, Peggy Lee e Avant mon père aussi était un enfant.

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[Palankeria] Notas sobre o Cynthiagate

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Pra começo de conversa, a despeito de meus bem conhecidos antecedentes, não tenho o intuito de instigar/prolongar tretas – ainda que eu esteja puxando um assunto de dez dias atrás. É só uma reflexão, mesmo – e o atraso foi justamente pra fazê-la, sem alimentar nenhuma flamewar. Talvez seja uma proposta de diálogo. Em última instância, sou eu abrindo o bocão (ou coisa que o valha) sobre algo que eu talvez não tenha compreendido muito bem – o que, convenhamos, nunca impediu nem a mim nem a ninguém de sair falando por aí, então, que seja. E como a questão como um todo me toca de forma bastante pessoal, então lá vai:

Lá nesses dez dias atrás, um repórter de uma revista aqui de Recife me procurou pra trocar uma ideia sobre as mulheres no mundo das HQs. Me mandou umas perguntas por e-mail, daí lá estava eu, fim de noite de um domingo, na frente do PC, respondendo as benditas. E a que mais me chamou atenção foi a última – algo sobre minha opinião a respeito de as autoras estarem resistindo a falar sobre o assunto. “Ué, sério?” Ponderei uns instantes e a resposta deve ter sido algo como “olha, nunca soube de algo assim, mas também deve ser chato sempre ser entrevistada como artista, mas nunca poder falar do seu trabalho em si.”

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