Tão logo a campanha de financiamento para a publicação de Little Nemo (1905 – 1909, Ed. Figura, 2022 – tradução de Cesar Alcázar), de Winsor McCay, foi anunciada nas redes sociais, o burburinho em torno da publicação foi intenso tanto entre leitores, como entre artistas e pesquisadores de quadrinhos. Por se tratar de uma obraContinuarContinuar lendo “[Com vocês] Dani Marino: Little Nemo, anacronismos e sequencialidade”
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[Vá com o Carmo] Especial: Como ler Benoît Peeters – Legível, Visível (Capítulo 4)
Imagem capitular adaptada Estamos de volta com mais um artigo da série sobre a leitura do livro CASE, PLANCHE, RÉCIT: COMMENT LIRE UNE BANDE DESSINÉE ou QUADRO, PÁGINA, NARRATIVA: COMO LER UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS, de Benoît Peeters. Na última coluna, acompanhamos a reflexão de Peeters a respeito da sofisticação presente nos layouts de autores como Winsor McCay eContinuarContinuar lendo “[Vá com o Carmo] Especial: Como ler Benoît Peeters – Legível, Visível (Capítulo 4)”
[Balbúrdia Café] O último mês
Salve, salve. Um tempinho sem escrever: vida acontece, essas coisas. Ainda recuperando os caquinhos… Ainda cuidando da vida. Essas coisas. Mas continuamos trabalhando em outras instâncias e tentando voltar a regularizar a escrita por aqui. Ainda participamos ali no Primeiro Café todas as sextas-feiras, ao vivo. Nas últimas semanas, recomendamos a PoCon e Bendita aContinuarContinuar lendo “[Balbúrdia Café] O último mês”
