[Videoshow] Querido diário

valeu Jean Jeferson por postar essa imagem em boa resolução, esses ARTISTAS não deixam disponível nem em suas redessociais

Querido diário.

Saudades de escrever para o Balbúrdia. Um ano complicado, cheio de golpes, um atrás do outro – e muito trabalho legal, também. Até jurada do Jabuti eu fui esse ano!

Mas mesmo se não tenho dado tanto as caras por aqui, ando conduzindo grupo de pesquisa em torno da tradução, das oficinas de escrita (Oulipo/Oubapo) e, of course, histórias em quadrinhos; ou seja: muita Balbúrdia na universidade.

Falando em tradução, esse ano saíram algumas traduções minhas, como Aurora nas sombras de Vehlmann e Kerascoët, Jeanine de Matthias Picard (já havia comentado sobre o livro aqui), e deve sair em breve Travesti, primeiro quadrinho do Edmond Baudoin publicado no Brasil, autor de traço marcante que vem produzindo bastante desde os anos 1980. E ainda saiu Tanka, do Toppi e A máscara rubra, adaptação de Edgar Allan Poe por Dino e Laura Battaglia.

No grupo de pesquisa sobre quadrinhos, discutimos alguns conceitos e formas de analisar obras, coisas que já vinha elaborando por aqui (no último encontro lemos a lista do que não falar sobre quadrinhos, do Harry Morgan). O pequeno grupo tem gente das Letras, das Artes, da Produção Editorial, da Psicologia, alguns se preparando pro mestrado, outros pelo simples prazer de comentar quadrinhos. E nesses últimos meses participamos das Jornadas da USP e do V Colóquio Regional Sul em Arte Sequencial da EST.

Esta semana, também, devo participar do I Simpósio Cultpop na Unisinos, fazendo a mediação da sessão 11, 31/10, Diálogos entre Cinema, HQs e Indústrias Criativas e com apresentação no dia 1º de novembro na sessão 16: Cenários urbanos, cidades e sociedade na cultura pop, comentando a Know-Haole 4 de Diego Gerlach (5a colocada no Prêmio Grampo 2017). Estarei acompanhada de uma das participantes do grupo de pesquisa, Lauren Nascimento, que falará de O Homem que passeia e psicogeografia.

Na próxima semana, Lielson e eu estaremos no X encontro do Fórum de Literatura Contemporânea Brasileira, ele falando da Baiacu, e eu comentando elementos gráficos e do humor na obra da escritora e também quadrinista Elvira Vigna.

Até logo, pessoal.

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