[Aberturas] Quando nós somos Sísifo

Pedimos a Alisson da Hora* para nos escrever sobre literatura e censura, e ele nos entregou esse belo texto.   Quando nós somos Sísifo Camus se viu obrigado a suprimir na primeira edição de O mito de Sísifo o pequeno texto “A esperança e o absurdo na obra de Franz Kafka”, por conta de, numa FrançaContinuarContinuar lendo “[Aberturas] Quando nós somos Sísifo”

[Bartheman] Da solidariedade icônica

Julie Doucet, autora canadense da geração de Seth, Chester Brown, Adrian Tomine, tem um trabalho interessantíssimo. Não é só sobre ela que vou escrever aqui, mas gostaria de partir dessa página acima para divagar um pouco sobre quadrinhos. Ela escreveu diários em quadrinhos, autoficções e relatos de sonho, mas hoje prefere fazer poemas visuais. Seu trabalhoContinuarContinuar lendo “[Bartheman] Da solidariedade icônica”