[Vem comigo] Sangre di mi sangre

Tem uma cena de Sangre di mi sangre (Astiberri, 2012) que  me vem sempre à cabeça quando quero pensar na poética específica dos quadrinhos. A cena é uma casa de vários andares e janelas grandes, alguém bate à porta. O diálogo entre a mãe de uma das crianças com a pequena visita é observado por outra criança,ContinuarContinuar lendo “[Vem comigo] Sangre di mi sangre”

[Bartheman] Minha lista grampo: obrigada por esperar

“Não fazer nada, olhar a grama crescer. Deixar-se levar pelo curso do tempo: fazer um café, tomar um copo d’água… Fazer de sua vida um domingo.” (R.B.) A verdade, na verdade, é que este texto deveria ter ficado pronto em janeiro. Poderia dizer que o ano só começa na terceira semana útil depois do carnaval, masContinuarContinuar lendo “[Bartheman] Minha lista grampo: obrigada por esperar”