Prêmio Grampo 2018 de Grandes HQs

Sabe o Grampo, aquele prêmio que Balbúrdia e Vitralizado tocam em parceria? Pois então: já sabemos os mais votados. E no sábado, dia 3 de fevereiro (amanhã, para os íntimos) na Ugra em São Paulo, vamos fazer o anúncio dos primeiros colocados. O lance começa 15h, com presença de Ramon Vitral, Carolina Ito, Carlos Neto e Thiago Borges (todos membros do júri dessa edição). Também vai rolar uma retrospectiva da cena brasileira de 2017 nos quadrinhos.

No domingo, você lê no Vitralizado e por aqui as listas completas dos 20 jurados, bem como o ranqueamento final. Já tem seu palpite de quem apareceu nas listas deste ano?

Na edição passada do Prêmio Grampo, anunciada em janeiro de 2017, o Grampo de Ouro ficou com Bulldogma (Veneta), de Wagner Willian; Você é Um Babaca, Bernardo (Mino), de Alexandre S. Lourenço, levou o Grampo de Prata; e Desconstruindo Una (Nemo), da quadrinista britânica Una ganhou o Grampo de BronzeEm 2016, Ouro, Prata e Bronze ficaram, respectivamente, com Aventuras na Ilha do Tesouro (Mino), de Pedro Cobiaco); Talco de Vidro (Veneta), de Marcello Quintanilha; e Dupin (Zarabatana), de L.M. Melite.

O Grampo é um esforço conjunto Vitralizado/Balbúrdia para registrar um período ímpar na história dos quadrinhos publicados no Brasil a partir da avaliação de alguns de seus personagens. A dinâmica da votação continua a mesma dos últimos dois anos: cada um dos jurados enviou um ranking com seus 10 trabalhos preferidos. O primeiro colocado de cada ranking recebeu 10 pontos, o segundo nove, o terceiro oito e assim por diante até o 10º com 1 ponto. Depois de amanhã, 5ª (1/2), apareça por aqui e no Balbúrdia pois revelaremos os nomes dos membros do júri do Grampo 2018. Enquanto isso, deixo a pergunta: qual você considera o melhor quadrinho publicado no Brasil em 2018?

PS: a arte do logo do prêmio é do Jairo. Valeu demais, camarada!

[Prêmio Grampo] Dados, dados, dados

Objeto criado por Aurélie Noury, Un coup de dés jamais n'abolira le hasard (rubik's cube), 2005 Encre noire appliquée au pochoir, 6,3 x 6,3 x 6,3 cm
Objeto criado por Aurélie Noury, Un coup de dés jamais n’abolira le hasard (rubik’s cube), 2005 Encre noire appliquée au pochoir, 6,3 x 6,3 x 6,3 cm

Uma das coisas que mais gosto dessas listas do Grampo é quanto número e dados conseguimos ao cruzar as listas. E é exatamente isso que vai ter aqui.

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[Cuba Liber] Grampo 2017 por Liber Paz

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Eu desconfio de listas, prêmios ou rankings. Não tenho certeza se realmente servem pra alguma coisa, além de mexer com egos. Afinal, quando dizemos que fulano ou beltrana é o ou a “melhor” do ano,  sempre cabe perguntar: melhor pra quem? Por quê? Quais os critérios? Quais as intenções em escolher um melhor? Continue lendo “[Cuba Liber] Grampo 2017 por Liber Paz”

[Com vocês] Dani Marino e sua lista do Grampo

Cartaz de Sirlanney para a exposição Expostas da Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2016
Cartaz de Sirlanney para a exposição Expostas da Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2016

Mais uma listante do Grampo comenta sobre sua lista. Valeu, Dani!

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[Teteia Puta]Lista Grampo

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O Grampo é a única lista que eu faço. Não tenho esse hábito. Já brinquei muito com isso, mas o meu coração já sofreu demais. Tenho dificuldades em hierarquizar as coisas que eu gosto (claro que tem coisas que você naturalmente prefere do que outras, mas em muitos casos, a competição é difícil), mudo de opinião sobre uma obra em relação a outra com certa frequência, leio, descubro, aprendo, releio e aprendo mais e os critérios mudam (#ContinueEstudando). Mas o Grampo tá aí, em toda sua glória, no segundo ano, e eu mentiria se dissesse que foi sofrido e que não foi divertido pacas, por isso espero sofrer com isso por muitos anos.

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