[A consciência de Zeni] Uma volta com Jiro Taniguchi

No sábado passado, dia 11 de fevereiro de 2017, o mangaka Jiro Taniguchi morreu. Fiquei bem pegado com a morte do Taniguchi, meio sem saber direito o porquê. Ele teve só 3 mangás publicados no Brasil e eu só li o Gourmet (Conrad, 2009) – os outros são O livro do vento (2006); e Seton v.1 (2008), ambosContinuarContinuar lendo “[A consciência de Zeni] Uma volta com Jiro Taniguchi”

[A consciência de Zeni] Minha lista do Grampo 2017

Coluna de hoje é jogo rápido: por que escolhi os quadrinhos que escolhi na minha lista do Grampo 2017? Segue a leitura. A ideia do Grampo não é premiar a melhor HQ, mas talvez aquele livro que mais perambulou pela cabeça dos diversos listantes que escolhemos. É uma escolha de que obra foi “gostada” por maisContinuarContinuar lendo “[A consciência de Zeni] Minha lista do Grampo 2017”

[A consciência de Zeni] Quadrinhos abstratos {intermezzo}

Pra esta parte do texto resolvi dar uma passeada e ver como outras artes reagem quando a gente gruda a palavra “abstrato” do lado delas. Chega mais que a busca pelo quadrinho abstrato continua. Esta coluna é muito mais uma indicação de leituras que qualquer outra coisa (é quase um Vem comigo). Já escrevi outrasContinuarContinuar lendo “[A consciência de Zeni] Quadrinhos abstratos {intermezzo}”