[Cuba Liber] Grampo 2017 por Liber Paz

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Eu desconfio de listas, prêmios ou rankings. Não tenho certeza se realmente servem pra alguma coisa, além de mexer com egos. Afinal, quando dizemos que fulano ou beltrana é o ou a “melhor” do ano,  sempre cabe perguntar: melhor pra quem? Por quê? Quais os critérios? Quais as intenções em escolher um melhor? Continue lendo “[Cuba Liber] Grampo 2017 por Liber Paz”

[Teteia Puta]Lista Grampo

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O Grampo é a única lista que eu faço. Não tenho esse hábito. Já brinquei muito com isso, mas o meu coração já sofreu demais. Tenho dificuldades em hierarquizar as coisas que eu gosto (claro que tem coisas que você naturalmente prefere do que outras, mas em muitos casos, a competição é difícil), mudo de opinião sobre uma obra em relação a outra com certa frequência, leio, descubro, aprendo, releio e aprendo mais e os critérios mudam (#ContinueEstudando). Mas o Grampo tá aí, em toda sua glória, no segundo ano, e eu mentiria se dissesse que foi sofrido e que não foi divertido pacas, por isso espero sofrer com isso por muitos anos.

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[A consciência de Zeni] Minha lista do Grampo 2017

Não solta da minha mão, de Alexandre Lourenço

Coluna de hoje é jogo rápido: por que escolhi os quadrinhos que escolhi na minha lista do Grampo 2017? Segue a leitura.

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[Teteia Pura] Hinário Nacional

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Por que eu sempre penso no risco de ler um gibi do Quintanilha? Risco de que eu não entenda, de falar merda em resenha… eu não fiquei confortável lendo nada dele depois de Tungstênio, não na primeira leitura, pelo menos. Mesmo que eu tenha adorado Talco de Vidro logo de cara, eu sabia que tinha muita coisa lá que eu não tinha sacado de cara. Mas tá, bora lá.

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[Com vocês] Daniel dos Santos: Um panorama da obra de Quintanilha

Sábado dos Meus Amores

Marcello Quintanilha é um inventor dos quadrinhos. Nas orelhas de seu primeiro livro, Fealdade de Fabiano Gorila (1999), o seu editor de sempre no Brasil, Rogério de Campos, já afirmava isso sobre meu conterrâneo de Niterói-RJ, que mora há mais de uma década em Barcelona.

A originalidade da arte de Quintanilha é notável em qualquer folheada rápida em suas obras, nas quais é possível perceber que não há nada parecido com aquilo. Chama atenção a estética única de seus balões de fala e das caixas de legendas. Visualmente, é impressionante a arte realista pintada em Sábados dos Meus Amores (2009) e Almas Públicas (2011) como também é o realismo de texturas, retículas e manchas de Tungstênio (2014), Talco de Vidro (2015) e agora em Hinário Nacional (2016). Ainda assim, é no vigor de seu texto literário que reside a maior força de seus quadrinhos no objetivo de esculpir a realidade.

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