[Loas] Allan Sieber fala sobre Mort Walker

No dia 27 de janeiro deste ano morreu Mort Walker, quadrinista que ficou famoso pelo seu personagem cômico Recruta Zero. Eu mesmo não me esqueço de uma história do Almanaque do Recruta Zero 1 (Globo, 1989), em que os editores precisam substituir o desenhista (que foi sequestrado por um fã que exigia histórias exclusivas) e contratam Frank Milho pra fazer versões de Ronin e Cavaleiro das Trevas com a galera do Quartel Swamp, além de Mauricio da Silva, quadrinista infantil (mais informações dessa doideira nessa matéria de Marcelo Naranjo no UHQ).

Allan Sieber sempre confessou ser um grande fã de Mort Walker. Nós pedimos e ele mandou a seguinte mensagem sobre o autor por e-mail:

Eu gostava muito da elegância do traço dele. Copiava muito quando era moleque. Em 2010, Angoulême fez um projeto chamado Cent pour cent, chamando 100 autores do mundo inteiro para fazerem releituras de autores que estavam no museu deles e escolhi Mort Walker. Retomei a leitura dos gibis e novamente fiquei maravilhado com o poder de síntese de Mort Walker.

A imagem abaixo é a homenagem de Sieber a Walker (se você não lê francês, no blog do Allan tem a tradução).

[Vem comigo] O mundo segundo Jouralbo

O mundo segundo Jouralbo é livro com histórias do pai de Allan Sieber, o seu Jorualbo Sieber, um homem obcecado com o número 7 e cheio de causos pra contar, no traço de diversos artistas.

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[Com vocês] Bruno Dorigatti entrevista Jaguar

“Não, não sou porra louca, sou um cara que trabalha pra cacete, aos 75 anos.
Porra, eu nem tive o prazer de ser preso, eu paguei o táxi até a Vila Militar, uma nota preta.” – Jaguar

Bruno Dorigatti conseguiu um feito histórico: além de entrevistar Jaguar, fundador do Pasquim (para dizer um dos tantos fatos memoráveis que você vai ler aí), reuniu Nani e a então jovem guarda do humor fluminense (produzido por lá, nem todos oriundos da hoje cidade olímpica). O gaúcho Allan Sieber, o mineiro Leonardo e carioca Arnaldo Branco, então editores da recém finada Revista F.. A parouvela dos confrades foi acompanhada pela escritora Cecilia Giannetti.

 Direto do túnel do tempo, Balbúrdia resgata esse encontro aniversariando uma década.

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