[Vem comigo] Thomas Ott

Um homem encontra um número da sorte. A sorte lhe sorri, mas depois vem lhe cobrar com força. A história lúgubre é ambientada com desenho todo preto, de traço feito talho em madeira, como risquinhos desenhando na noite. 73304-23-4153-6-96-8quadrinho de Thomas Ott, é um suspense macabro, como boa parte dos livros do autor suíço. Continue lendo “[Vem comigo] Thomas Ott”

[Parlatório] Patrice Killoffer

Entre 2010 e 2011, Maria Clara Carneiro, então produtora editorial da editora Barba Negra, foi a tradutora de Patrice Killoffer em sua passagem pelo Brasil. Ela também aproveitou pra fazer esta entrevista para o hoje extinto site da Barba Negra. Recuperamos a bichinha (além de um texto sobre a greve na editora L’Association). Continue lendo “[Parlatório] Patrice Killoffer”

[Tradução] A censura, estúpida, sempre

Em 2005, a revista de arte contemporânea art press convidou o escritor e jornalista Bernard Joubert para dirigir uma edição especial sobre quadrinhos. Além de convocar pessoas importantes para a empreitada, entre quadrinistas, editores, pesquisadores da arte e dos quadrinhos (Évariste Blanchet, Jean-Christophe Menu, Marie José Mondzain, Thierry Smolderen…), Joubert também assina um artigo sobre sua especialidade, a censura nas histórias em quadrinhos.

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[1, 2, 3… já!] A iteração como princípio

Oficina virtual de quadrinhos potenciais

Coluna para difundir e motivar atividades Oulipo-oubapianas, em que todos possam participar enviando suas produções a partir das proposições.

Iteração

 

Diz a lenda que Lewis Trondheim não sabia desenhar. Um de seus primeiros livros, portanto, foi feito a partir de um único bonequinho desenhado, fotocopiado, transformado em tiras de quatro quadros desse mesmo desenho. A mesma tira, repetida à exaustão, com apenas o mesmo desenho e textos diferentes, causou um efeito humorístico entre a variabilidade do texto e a imagem estática, que “ganhava” expressão em contraponto com o discurso.
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Le Dormeur, de Lewis Trondheim
(Outro livro dele com Jean-Christophe Menu, repetia quatro quadros em variadas combinações, produzindo um livro inteiro em que apenas o texto era trocado)

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