[Bartheman] Da solidariedade icônica

Julie Doucet, autora canadense da geração de Seth, Chester Brown, Adrian Tomine, tem um trabalho interessantíssimo. Não é só sobre ela que vou escrever aqui, mas gostaria de partir dessa página acima para divagar um pouco sobre quadrinhos. Ela escreveu diários em quadrinhos, autoficções e relatos de sonho, mas hoje prefere fazer poemas visuais. Seu trabalhoContinuarContinuar lendo “[Bartheman] Da solidariedade icônica”

[Bartheman] Corpos inviáveis

Jeanine está sendo entrevistada por um rapazote, o Matthias Picard. A um determinado momento, ela percebe rabiscos no caderno dele, a quem ela confiava a sua história: – Você está desenhando quem? – Seu pai. – Mas… você não sabe como ele se parece. – Não, eu imagino. – Ele era italiano, o meu pai…ContinuarContinuar lendo “[Bartheman] Corpos inviáveis”

[Bartheman] Harry Morgan e as idiotices repetidas sobre quadrinhos

Há alguns anos, encontrei, na revista Éprouvette, um intenso experimento de crítica de quadrinhos da L’Association, um desenho que me lembrava os antigos, sobretudo os dois gatos como personagens. Mas Whitman & Ferlinghetti discutem a imagem gráfica do discurso em quadrinhos: de balões a textos subjacentes, a cada quadro há um argumento sobre o fato do balão serContinuarContinuar lendo “[Bartheman] Harry Morgan e as idiotices repetidas sobre quadrinhos”